quinta-feira, 23 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Des canso
O olhar recostado medita inalcansável
A ternura e a impaciência
O amor total e o desconforto
O choro da adaptação descansa
quarta-feira, 2 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sohlepse
ohcnufaracse
olucepse
?ojev euq on uotse edno
asac ed arof
siaugised oãs sohlepse
omsem o martsom acnun
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Exorcício Rodopiante
Firmo o corpo
Mantenho estável o tronco
Quadril rijo
Bato asas
doresticada
então perco o equilíbrio
rodo sobre meu próprio eixo
rotação vertiginosa
pipa que embica
Meu coração:
motor disparado de uma jangada vadia
bombeando rodopios em sonos intranquilos.
Borboletas estomacais altistas girando sobre si próprias.
Balança antiga buscando equilíbrio.
Mantenho estável o tronco
Quadril rijo
Bato asas
doresticada
então perco o equilíbrio
rodo sobre meu próprio eixo
rotação vertiginosa
pipa que embica
Meu coração:
motor disparado de uma jangada vadia
bombeando rodopios em sonos intranquilos.
Borboletas estomacais altistas girando sobre si próprias.
Balança antiga buscando equilíbrio.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Falta de técnica
Chorar na frente dos outros é sempre uma interpretação difícil.
Me sinto um charlatão que, na falta de técnica, chora de verdade.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
A sombra do monstro
A culpa e a dor alheios vão nos sendo atribuídos.
Aos poucos, internalizamos as dores alheias e assumimos culpas que não deveriam ser nossas.
Nossas próprias dores passam a ser a sombra do monstro internalizado.
Como o monstro vive no escuro interno, a sombra e ele se misturam. Nossos medos e dores tomam proporções terríveis ao se entranharem no escuro interno.
A sombra do monstro no escuro é infinita.
Assim como pode, simplesmente, não existir.
(originalmente escrito em 16/01/10, mas lembrado por situações vividas hoje, 30/06/10)
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